Mimosaceae
Calliandra brevipes
Caliandra-rosa, esponja-rosa, esponjinha, manduruvá, quebra-foice, topete-de-pavão
Arbusto lenhoso, perene e muito ramificado, de 1 a 3 m de altura. Sua folhas são compostas bipinadas.

As flores são pequenas e numerosas, reunidas em capítulos densos, com longos estames densos de cor rosa e branco. Os frutos são pequenas vagens com 4 a 8 sementes. O florescimento ocorre principalmente durante a primavera e o verão, mantendo-se com flores por vários meses. Os frutos, pequenas vagens, amadurecem a partir do verão.
Pioneira, perenifólia e heliófila. Indiferente às condições físicas do solo e tolerante às geadas. É comum na vegetação ribeirinha dos planaltos, ocorrendo muitas vezes em fendas de afloramentos e lajes rochosas dos rios ou sobre depósitos aluviais arenosos.
Principalmente do Paraná ao Rio Grande do Sul, quase sempre associada a margens de rios nas regiões da Floresta Ombrófila Mista e da Floresta Estacional Semidecidual. No Paraná ocorre também na vegetação de galeria dos rios que atravessam campos naturais (Estepe Gramíneo-lenhosa).
É muito ornamental pela beleza e perfume de suas flores, sendo indicada para paisagismo de praças, canteiros urbanos e jardins. É bastante adequada para a formação de cercas-vivas.
As sementes têm viabilidade de armazenamento longa, desde que armazenadas em local seco. Apresenta poder germinativo elevado. As mudas podem ser plantadas no campo após cerca de 05 meses e seu desenvolvimento é moderado. Aceita podas.
“Plantas Ornamentais no Brasil” (LORENZI & SOUZA, 1999).

